ROI de Agentes de IA Deve Disparar no Brasil até 2028

O retorno financeiro esperado com agentes de IA no Brasil deve saltar de US$ 3,8 milhões em 2025 para uma projeção entre US$ 13,6 milhões e US$ 24,8 milhões até 2028, com o ROI percentual subindo de uma faixa de 16% a 19% em 2026 para 38% em 2028 — segundo o estudo “The Value of AI: Brazil 2026”, da SAP em parceria com a Oxford Economics, divulgado em 10 de setembro de 2026. O detalhe que muda a decisão de investir agora: apenas 3% das empresas brasileiras se dizem totalmente preparadas para escalar esses agentes.

Se sua empresa já tem um piloto de IA rodando e ainda não decidiu se vale a pena investir mais pesado nisso, esse é exatamente o tipo de dado que deveria pesar na conta — porque a curva de retorno projetada não é linear, ela acelera nos próximos dois anos, e quem não estiver com a base pronta corre o risco de entrar atrasado na fase em que o ganho realmente compensa o investimento.

O que mostra o novo estudo sobre ROI de IA agêntica no Brasil?

O estudo ouviu 2.600 líderes de negócios em 13 países, sendo 200 no Brasil, e projeta uma curva de retorno crescente para agentes de IA: partindo de US$ 3,8 milhões em 2025, passando por US$ 5,5 milhões em 2026 (com ROI de 16% a 19%), até uma faixa entre US$ 13,6 milhões e US$ 24,8 milhões em 2028, quando o ROI projetado chega a 38%. Ou seja, o estudo não descreve um mercado que já paga bem hoje — descreve uma curva que sobe de forma acentuada a partir de 2027, o que muda o tipo de decisão que uma empresa deveria tomar agora: preparar a base para captar esse salto, ou continuar testando sem estrutura e chegar atrasada nele.

Ano ROI projetado Retorno esperado
2025 US$ 3,8 milhões
2026 (atual) 16% a 19% US$ 5,5 milhões
2028 (projetado) 38% US$ 13,6 mi a US$ 24,8 milhões

Quanto as empresas brasileiras investem em IA hoje?

O investimento médio em IA das empresas ouvidas pela pesquisa foi de US$ 14,2 milhões em 2025 e subiu para US$ 20,8 milhões em 2026. A expectativa é que esse investimento cresça 46% entre 2026 e 2028 — um ritmo mais acelerado que o crescimento de 36% observado no ciclo anterior, sinal de que o aumento de aporte não é pontual, é uma tendência que está ganhando velocidade.

Por que só 3% das empresas estão prontas para escalar agentes de IA?

O gargalo não é falta de interesse: 77% dos líderes ouvidos veem potencial moderado a alto de transformação com IA, 55% já pilotaram algum caso de uso e 64% dizem estar satisfeitos com o retorno geral que a IA já trouxe. O problema aparece na etapa seguinte, a de sair do piloto e colocar o agente em produção de verdade — aí, apenas 3% das empresas se consideram totalmente preparadas. Na prática, a maioria testa a tecnologia isoladamente, sem ajustar processo, dado e governança para sustentar um agente operando em escala, e é exatamente essa lacuna que separa quem só “testou IA” de quem vai capturar o salto de retorno projetado para 2028.

O Brasil está à frente ou atrás na adoção de IA agêntica?

Em produção, o Brasil aparece bem posicionado: segundo levantamento da OutSystems divulgado em setembro de 2026, o país figura ao lado da Índia entre os mercados com maior proporção de empresas que já levaram a maioria ou quase todos os seus projetos de IA agêntica para produção — não apenas para teste. Isso é um contraste importante com o dado da SAP: o Brasil avança rápido em colocar agentes para rodar de verdade, mas ainda tem só uma fração pequena de empresas com maturidade para escalar esse uso e captar o retorno financeiro projetado.

Vale a pena investir em agente de IA agora, mesmo sem estar “pronto”?

Sim, com uma ressalva: o investimento vale a pena quando é direcionado a preparar a base — dado organizado, processo mapeado, um caso de uso bem definido — e não a comprar mais uma ferramenta genérica. Esperar a empresa estar “100% pronta” para começar é o erro mais comum, porque a maturidade só se constrói operando um agente de verdade, com escopo pequeno e acompanhamento de métrica, não estudando o assunto por mais um ano enquanto o ROI do mercado acelera.

Como preparar a empresa para captar esse retorno?

  1. Escolha um processo de alto volume e regras claras — atendimento, cobrança ou qualificação de leads costumam ser os primeiros candidatos
  2. Organize os dados que o agente vai precisar consultar (catálogo, histórico de cliente, estoque) antes de ativar qualquer automação
  3. Defina, desde o início, as métricas que vão provar o retorno — tempo de resposta, taxa de resolução, custo por atendimento
  4. Rode o agente em paralelo com a operação humana por algumas semanas antes de expandir o escopo
  5. Reserve orçamento para 2027-2028, período em que o próprio estudo da SAP projeta a maior aceleração do ROI

Exemplo prático: do piloto isolado ao agente em produção

Uma rede de clínicas no interior de São Paulo testou um agente de IA por três meses só para responder dúvidas simples no WhatsApp, sem conectar o sistema de agenda — um piloto típico entre os 55% de empresas que já experimentaram algum caso de uso. O resultado foi tímido, e o projeto quase foi engavetado. A mudança veio quando o agente passou a consultar a agenda em tempo real e confirmar horários sozinho: a métrica que importava (faltas evitadas) melhorou de forma mensurável, e o investimento inicial, que parecia não ter dado retorno, passou a se pagar em poucos meses — a diferença entre um piloto isolado e um agente com acesso real ao sistema da empresa.

Perguntas frequentes sobre ROI de IA agêntica no Brasil

Qual é o ROI médio esperado de agentes de IA no Brasil em 2026?

Entre 16% e 19%, segundo o estudo “The Value of AI: Brazil 2026” da SAP com a Oxford Economics, equivalente a um retorno médio de US$ 5,5 milhões entre as empresas pesquisadas.

O ROI de IA agêntica vai continuar subindo até 2028?

A projeção do estudo aponta para 38% de ROI em 2028, com retorno estimado entre US$ 13,6 milhões e US$ 24,8 milhões — uma aceleração em relação aos US$ 3,8 milhões registrados em 2025.

Por que tão poucas empresas conseguem escalar agentes de IA?

Porque escalar exige mais do que testar a tecnologia: exige dado organizado, processo mapeado e governança. Apenas 3% das empresas brasileiras se consideram totalmente preparadas para essa etapa, mesmo com 55% já tendo pilotado algum caso de uso.

O Brasil está atrasado em relação a outros países na adoção de IA agêntica?

Não necessariamente em produção: segundo a OutSystems, o Brasil está ao lado da Índia entre os países com maior proporção de projetos de IA agêntica já rodando em produção, não apenas em teste.

Minha empresa deveria esperar o mercado amadurecer para investir em IA agêntica?

O próprio estudo sugere o contrário: o salto de retorno projetado acontece entre 2027 e 2028, e a maturidade para captar esse ganho se constrói operando um agente real hoje, não esperando o cenário ficar mais confortável.

Os números mostram uma curva de retorno que acelera, mas só captura esse ganho quem começar a organizar dado, processo e um caso de uso real agora. Se sua empresa já tentou um piloto de IA que não decolou, ou ainda não sabe por onde começar, chame a gente no WhatsApp e veja como a NexusAI ajuda a sair do piloto isolado para um agente de IA em produção, ou conheça mais em nexusai.com.br.

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